Teenage Mutant Ninja Turtles: Mutants in Manhattan

PS3

Teenage Mutant Ninja Turtles: Mutants in Manhattan

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Cowabunga?

Mutants in Manhattan é quase uma tentativa de retornar às origens e resgatar o que os primeiros jogos das Tartarugas Ninja tinham de mais divertido. Após uma série de games bem fracos lançados pela Ubisoft e Activision, desta vez coube à Platinum Games, estúdio renomado por seus títulos de ação, conceber um beat ‘em up para os heróis.

Parecia uma ideia excelente no papel, especialmente depois que a Platinum conseguiu conquistar público e crítica com Transformers Devastation. Desta vez, no entanto, a empreitada trouxe resultados bem equilibrados. Há fraquezas e virtudes o bastante para alienar alguns jogadores e conquistar outros.

 Teenage Mutant Ninja Turtles Mutants in Manhattan agrada os fãs (Foto: Divulgação/Activision)

 

Chefões de primeira

Os pontos mais altos das cerca de sete horas de duração da campanha principal são, sem dúvidas, os duelos contra os chefões de fase. É neste momento que Mutants in Manhattan mais se aproxima dos games clássicos desenvolvidos pela Konami nas gerações 8 e 16 bits.

Gigantescos, poderosos e com uma extensa barra de vida, os chefões absorvem bastante dano antes de caírem e exigem trabalho em equipe bem coordenado para serem superados. É preciso unir os poderes das Tartarugas e ficar atento para reviver os aliados caídos o tempo inteiro.

 Teenage Mutant Ninja Turtles Mutants in Manhattan: chefões empolgam (Foto: Divulgação/Activision)

 

Santa tartaruga, quanto fanservice

Não são apenas as batalhas contra os chefões que trazem rostos conhecidos para Mutants in Manhattan. É ótimo esbarrar com Rocksteady, Bebop e todas aquelas figurinhas queridas da televisão e quadrinhos, mas é ainda melhor ver as Tartarugas com um senso de humor perfeito e fiel à memória dos fãs.

Isso acontece porque o roteiro do game ficou a cargo de Tom Waltz, responsável pelas histórias em quadrinhos dos quelônios mutantes lançadas pela IDW Publishing desde 2011. O autor capturou perfeitamente o espírito mais palhaço de Michelangelo e a acidez de Raphael nos divertidos diálogos e cenas de corte.

 Teenage Mutant Ninja Turtles Mutants in Manhattan resgata personagens queridos (Foto: Divulgação/Activision)

Combate repetitivo

Os acertos de Mutants in Manhattan acabam eclipsados por uma série de decisões infelizes. Ainda que beat ‘em up, por sua própria natureza, não seja o gênero mais diversificado do mundo, o título da Platinum fica tedioso mais rápido do que o Michelangelo devorando uma fatia de pizza.

Hordas de inimigos idênticos devem ser exterminadas em sequência e, ainda que exista um sistema elaborado de golpes e power ups, eles acabam não fazendo qualquer diferença, já que basta apertar o botão de ataque exaustivamente e sem pensar para chegar ao fim das fases.

 Teenage Mutant Ninja Turtles Mutants in Manhattan é repetitivo (Foto: Divulgação/Activision)

 

Multiplayer

O multiplayer é, ao mesmo tempo, o ponto mais forte e mais fraco de Mutants in Manhattan. Afinal, é um absurdo que a Platinum não tenha inserido um modo para jogar localmente em tela dividida, o que sempre foi uma tradição da franquia.

Por outro lado, jogar online com até outros três amigos ajuda bastante o game a escapar do lugar comum e acrescenta novas camadas de diversão e estratégia. Até porque, sem humanos no controle das Tartarugas, sua inteligência artificial deixa muito a desejar.

 Teenage Mutant Ninja Turtles Mutants in Manhattan: multiplayer diverte (Foto: Divulgação/Activision)

 

 

  • Áudio: Inglês
  • Legenda: Inglês
  • Tamanho: 5.2GB
 

 

 

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