Splinter Cell BlackList

PS3

Splinter Cell BlackList

Disponibilidade: Em estoque
R$ 21,89

Apesar de ter feito sucesso, Tom Clancy's Splinter Cell: Conviction gerou controvérsia entre os fãs mais antigos da série. Isso porque o jogo deixava de lado a exploração cautelosa dos ambientes para priorizar o combate direto com os inimigos — antes um agente silencioso, Sam Fisher era apresentado como um soldado raivoso com sede de vingança, quase um “Jack Bauer” do mundo dos video games.
Ciente da mudança radical pela qual o personagem passou, a Ubisoft parece ter decidido olhar melhor para o passado da franquia durante o desenvolvimento de Blacklist. Apesar de poder continuar usando métodos letais, no novo game da série Fisher ganha novamente a opção de utilizar as sombras e o silêncio como seus principais aliados.
Dando prosseguimento à trama de Conviction, o jogo mostra o herói no comando de uma unidade especial conhecida como “The Fourth Echelon”. Como sempre, sua missão não será nada fácil: deter um grupo terrorista conhecido como The Engineers, que pretende realizar um ataque terrorista por semana caso o governo dos Estados Unidos não retire suas forças militares presentes em outros países.

Vários estilos de jogo

Quem conhece os capítulos anteriores da franquia vai se sentir em casa ao iniciar sua aventura em Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist. Após uma breve missão introdutória, na qual o game acostuma você a seus controles mais básicos, Sam Fisher se vê na Paladin, aeronave que serve como quartel-general móvel para ele e sua equipe.
Abandonando completamente menus tradicionais, o jogo obriga você a interagir com os elementos do local como forma de receber novas missões e descobrir mais detalhes sobre a trama. No entanto, ao menos no que diz respeito à aventura principal, a ordem das missões disponíveis é bastante linear, embora seja possível retornar a cenários anteriores quantas vezes for preciso após completá-los uma única vez.

 Img_normal

A partir do momento em que você entra em uma fase, o título lhe dá liberdade total de como reagir aos desafios que aparecem. Queira você incorporar o papel de um verdadeiro “fantasma” que passa despercebido pelos cenários ou de um soldado que não vê problemas em matar tudo o que surge pela frente, Blacklist não vai puni-lo por tomar as decisões que você julga mais adequadas a cada tipo de situação.
Assim, embora priorize a furtividade, o game não tem medo de deixar que o próprio jogador decida como chegar até o final de cada uma de suas missões. Isso fica evidente até mesmo no sistema de pontuação do título, que julga suas ações baseadas em três categorias: “ghost”, “panther” e “assault”.
Para ganhar pontos no primeiro quesito, basta passar despercebido pelos ambientes e evitar confrontos desnecessários. Já “panther” funciona de forma semelhante ao que era visto em Conviction: usando as habilidades de Sam Fisher, cabe ao jogador se esgueirar pelos ambientes para abater adversários de maneira totalmente silenciosa.

 Img_normal

Finalmente, o modo “assault” é para aqueles que não ligam para aproximações cuidadosas e querem simplesmente atirar em tudo o que surge pelo caminho. Felizmente, a Ubisoft conseguiu criar um sistema de jogabilidade que permite alternar livremente entre cada uma dessas filosofias, sem que você se veja em dificuldades por ter decidido optar por uma delas anteriormente.
Vale notar que, em alguns momentos, fica evidente que o game se torna mais fácil quando você opta por um determinado tipo de aproximação, mesmo que ele não seja exatamente aquele seguido até momento. No entanto, não há nenhuma hora em que seja impossível proceder utilizando algum desses métodos de jogo, embora possa se tornar especialmente frustrante insistir em seguir aqueles que não são os mais indicados no momento.

Personalização

Outro ponto que chama a atenção em Blacklist são as diversas opções de personalização que o game oferece. A partir do momento em que você inicia a aventura, é possível utilizar o dinheiro coletada por Sam Fisher para adquirir novos equipamentos, expandir as instalações da Paladin ou comprar gadgets que tornam mais fácil sua vida no campo de batalha.

 Img_normal

A quantidade de opções disponíveis é surpreendente, visto que, além de adquirir novas peças de vestuário e armas, é possível modificar cada uma delas para deixá-las mais adaptadas ao seu estilo de jogo. Uma metralhadora, por exemplo, pode ser personalizada para incluir um silenciador, suporte a uma maior quantidade de munição ou uma mira telescópica que facilita acertar alvos distantes.
Embora seja possível terminar a aventura principal sem investir em nenhuma melhoria, vale a pena gastar algum tempo explorando as opções disponibilizadas pelo título. Devido à grande quantidade de dinheiro que Fisher adquire a cada fase, há um senso de progressão bastante evidente conforme você destrava novas alternativas, e é bastante interessante voltar a fases anteriores equipado com armas e proteções avançadas — algo que rende ainda mais dinheiro para você comprar novos equipamentos.

Multiplayer integrado à história

Na tentativa de eliminar de vez as velhas telas de menu, a Ubisoft encontrou uma maneira interessante de integrar a aventura principal de Blacklist com seu modo online. A partir de conversas com membros de sua equipe, Sam Fisher pode acessar diversas missões paralelas nas quais ele emprega a ajuda de outros agentes (controlados por jogadores reais).
O tipo de objetivo visto nessas tarefas secundárias depende exclusivamente do personagem com o qual você fala. Enquanto Anna “Grim” Grímsdóttir pede que você invada diversos locais do mundo de forma totalmente silenciosa, conversar com Charlie Cole ativa uma espécie de modo horda, no qual é preciso que você sobreviva a diversas ondas de inimigos enquanto espera a chegada de um resgate.

 Img_normal

No entanto, são as missões dadas por Isaac Briggs que se mostram as mais interessantes. Funcionando de maneira semelhante ao modo single player, nelas você deve agir de maneira coordenada com outro jogador para completar uma série de objetivos, que podem ser alcançados utilizando as táticas “ghost”, “panther” e “assault” da aventura principal.
O ponto mais interessante é que, apesar de complementarem em certa sentido a campanha principal, essas missões podem ser totalmente ignoradas sem que nada seja perdido no quesito história. Assim, você pode se preocupar em cumprir as tarefas solitárias de Sam Fisher para somente depois que dominar completamente o título se aventurar no campo online junto a seus amigos.

 

Também vale mencionar a volta do modo “Spies vs Mercs”, que aqui surge tanto em sua forma clássica (dois contra dois) quanto na versão “Blacklist”. Além de permitir a criação de dois times formados por quatro jogadores, a atualização criada pela Ubisoft permite que você misture as características dos membros de sua equipe, que pode misturar mercenários e espiões no mesmo lado — algo que ajuda a tornar os conflitos mais caóticos e divertidos.

    • Áudio: Português BR
    • Legenda: Português BR
    • Tamanho: 11,5 GB
     


     


    Avalições

    Based on 1 review Escreva uma avaliação