DRIVECLUB

PS4

DRIVECLUB

Disponibilidade: Em estoque
R$ 29,90

Já lá vão uns tempos desde que Driveclub foi anunciado como exclusivo PlayStation 4, e já lá vão uns tempos da sua primeira data de lançamento. Mas a longa espera trouxe os seus frutos. Se quisermos fazer uma comparação com títulos já existentes, Driveclub nunca poderá ser comparado a Gran Turismo, ou mesmo a Forza. Não porque esteja num patamar inferior, não está, mas porque as corridas de estrada estão mais próximas de um arcade do que de um simulador, fazendo lembrar títulos como Grid Motorsport.
Longas são as conversas de café sobre o mundo automóvel e as idas a circuitos por este país fora para delirar com todo o tipo de carros em pista. As disputas de quem conduziu o melhor carro e as sensações de adrenalina contadas até contagiarmos os restantes que chegam a partilhar da nossa adrenalina. Todos nós, amantes deste mundo sem discriminação de género ou idade, sabemos, ou imaginamos, a sensação de conduzir o carro dos nossos sonhos. E Driveclub sabe bem como nos convidar para esta sensação.

A essência do jogo é simples: criar um clube, com amigos ou pessoas desconhecidas, e conquistar as estradas. Obviamente que tem a sua parte offline, com eventos variados, e que nos permitirá desbloquear os carros à medida que vamos conquistando cada desafio com destreza e velocidade. Aliás, é uma sensação maravilhosa quando pomos as nossas mãos de piloto no volante de um dos vários Ferrari, ou para quem sonha mais alto, em carros como o portentoso Pagani Zonda.
Cada detalhe dos carros à nossa disposição é fenomenal. É impossível não sentir que o estamos realmente a conduzir. Se esteticamente o carro está sublime, interiormente é a cópia perfeita da realidade. Até a vontade de utilizar o display do carro para mudar a música ou ligar o GPS é tangível. Em alguns casos, fiz uso do fantástico mundo da internet para perceber onde encontrar o defeito, sem sucesso. A sonoridade, ou utilizando a gíria, o roncar dos motores foi tratado com a mesma precisão do resto do veículo.

 

E se visualmente os carros não deixam nada a desejar, o ambiente paisagístico das estradas que percorremos é acolhedor. Acolhedor no sentido que nos transporta para lá, por vezes deixei de lado a parte competitiva para apreciar, vagarosamente, cada canto do percurso. E acreditem que não foi um sacrifício andar a cinquenta quilómetros por hora num Audi RS5 ou mesmo no lindíssimo 458 Italia.
Chile, Noruega, Escócia, Canadá e Índia são os palcos que ambientam o asfalto. Os desertos, florestas ou espaços completamente encobertos de neve são percorridos em várias alturas do dia. Noite, amanhecer ou final da tarde. Cada uma tem uma caraterística associada, se em plena noite a escuridão dificulta a visibilidade da pista, nas alturas de nascer/pôr do sol é onde encontramos o maior desafio. Baixar a pala de sol não servirá de nada, muito menos colocar os óculos de sol. Só a perícia (e o mapa do circuito) nos levará ao final.
Das seis câmaras de condução que o jogo nos oferece, é a que se situa no interior do carro que nos dá o maior gozo. Mas uma delas chamou-me particularmente a atenção. O reflexo de todo o ambiente paisagístico na cobertura do motor é um pormenor delicioso quando escolhemos conduzir nesta perspetiva. Detalhe que acontece também na câmara onde vemos a totalidade do carro.

 

E se o detalhe nos automóveis e ambientes não deixa nada a desejar, a personalização que encontramos ao longo do jogo também não. Começando pelo piloto. Se no início desta análise referi que esta paixão automóvel não difere no género, Driveclub partilha exatamente do mesmo ponto de vista. Entre homem e mulher, e algumas combinações de roupa, podemos sentar o condutor um pouco ao nosso gosto. De facto, são poucas as escolhas neste ponto, mas, sinceramente, é aquele em que damos menos importância, porque raramente pomos os olhos em cima ao piloto.
Já nos carros, a história é completamente diferente. Cada um pode ser personalizado ao próprio gosto, entre centenas de combinações diferentes. Temos seis predefinidas na escolha do carro, uma “original de fábrica”, sobre a qual não temos qualquer poder de personalização, a do clube, e ainda quatro “slots” onde podemos incluir elementos como o número do carro, símbolos, listas e, claro, a cor.
Deu-me um certo gozo brincar com toda esta personalização. Não é todos os dias que vejo um BMW 235i cor-de-rosa (e ainda bem!). Então rasgado com listas urbanas a fazer lembrar um qualquer grafitti espalhado pela cidade, combinado com um berrante amarelo, muito menos. É divertido, mas dou graças a deus nunca ter visto uma “coisa”, sem qualificação possível, a desfilar pelas estradas portuguesas.

 

Mas façamo-nos à estrada. Driveclub possui dois modos de jogo offline. O primeiro são os eventos, onde conquistamos desafios, obtendo estrelas para disputar os campeonatos finais de cada categoria. São desafios que vão desde objetivos finais, terminar no top 3 ou fazer um determinado tempo de volta/corrida, ou então objetivos durante a corrida, como atingir uma certa velocidade ou batalhas de drift, velocidade média e confrontos de viragem.

 

 

  • Legenda: Português BR / Inglês
  • Audio: Inglês
  • Tamanho: 17.3 GB
 
 

 

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