Binary Domain

PS3

R$ 21,89
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Descrição

A ficção científica é bastante explorada no mundo do entretenimento, e histórias que envolvem robôs e inteligência artificial causam um certo fascínio sobre muita gente. Títulos como “O Exterminador do Futuro”, “Matrix” e “Blade Runner” e ainda obras de autores como Isaac Asimov (“Eu, robô”) são apenas alguns dos destaques do gênero.

Mas, além da ficção científica, essas histórias se ligam por outro motivo: ambas mostram um futuro de certa forma sombrio da humanidade. Essa mistura de distopia e ficção científica volta a se encontrar de maneira interessante em Binary Domain, o esperado game dos mesmos criadores de Yakuza. Confira agora o que achamos do jogo.

História envolvente

Quando você coloca as mãos na versão completa do título, consegue perceber uma história muito bem elaborada. Apesar do tema recorrente de ciborgues e humanos trocando tiros, o enredo aqui vai além disso, colocando você no meio de uma disputa entre duas grandes corporações que dominam os Estados de seus respectivos países e geram uma série de conflitos.

A história poderia muito bem ser classificada como uma mistura bem feita entre os filmes “Blade Runner” (de 1982, dirigido por Ridley Scott), “Exterminador do Futuro 4” (de 2009, dirigido por McG),  e “Eu, robô” (obra de Isaac Asimov publicada em 1950 com versão para o cinema de 2004, dirigida por Alex Proyas). E não só na história, mas também no aspecto visual.

Robôs com inteligência artificial no encalço de seres humanos e ainda androides que acreditam ser humanos de verdade são dois bons exemplos da influência das grandes obras que envolvem robótica e ficção científica no título. Junte a esses elementos pitadas de corporativismo e belicismo, características típicas de nossa era, e você tem a história de Binary Domain.

 


Visual não desagrada

As impressões visuais de Binary Domain também são uma face bastante interessante do jogo da SEGA. Os gráficos não são estonteantes nem têm um altíssimo nível de detalhamento dos cenários, mas também não deixam a desejar e nem estragam a experiência de jogo. Se falta uma grande qualidade em locais abertos, com muitas parte enevoadas, não se pode dizer o mesmo de alguns detalhes dos personagens, como cabelo, roupas e desenvoltura durante os combates.


O ponto alto de Binary Domain é, sem dúvida, a forma como ele organiza os soldados de seu grupo. Você controla apenas um personagem, o sargento Dan Marshall, mas está sempre combatendo em um esquadrão.  Como o grupo é formado por desconhecidos, é preciso conquistar a confiança de seus companheiros. Isso é feito tanto por meio de exibições suas nos “palcos da guerra” para impressioná-los quanto por conversas que você mantém com eles.

Sistema de cooperação e confiança

O sistema de comunicação de Binary Domain, que permite tanto usar o controle quanto reconhecimento de voz, oferece sempre várias opções para o diálogo entre os personagens. Uma resposta errada pode colocar em risco a unidade do grupo, ou seja, é preciso ficar atento ao que é dito por aqui.

Aí, há também outra qualidade do jogo, quando é preciso dividir a equipe e você escolhe quem vai acompanhá-lo. As cenas de vídeo e conversas entre os personagens se alteram de forma perfeita conforme suas escolhas. Essa construção dinâmica das animações e até mesmo das ações dos combatentes é um fator de destaque dentro do game.

Online: variedade

Quem gosta de jogar online não vai ficar desamparado em Binary Domain. O game apresenta o modo “Versus”, no qual você conta com vários tipos de jogo e enfrenta outros jogadores divididos em equipes. Há ainda o modo “Invasion”, que coloca você para atuar ao lado de um grupo para combater robôs dentro de um cenário. Encontrando adversários para jogar, esta modalidade é bem divertida.

 

 

 

 

Especificações
  • Legenda: Inglês
  • Audio: Inglês
  • Tamanho: 11 GB

Trailer
 
Gameplay
 
Tipos de Licença

 

Avalições

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